Archive for Abril, 2007
Tirando as teias do blog… definitivamente!
Depois de muito tempo sem blogar sobre Implante Coclear, estou retornando, espero que dessa vez definitivamente… Eis uma breve apresentação da pessoa que escreve esse relato:
Bom, me chamo Rodrigo, moro em Campinas – São Paulo, fiz o IC há quase 4 anos na Unicamp, sendo que perdi a audição totalmente aos 9 anos (hoje tenho 23), as causas exatas dessa perda auditiva repentina não é conhecida ainda, mas a minha cóclea não está inteiramente formada (displasia de mondini)… Entre 1993 e 2000 eu fiquei usando aparelhos auditivos convencionais, que iam perdendo seus efeitos ao longo do tempo, e em 2000 eu resolvi parar de usar porque não estava tendo um grande aproveitamento e conseguia me virar na base de leitura labial, além de conseguir falar normalmente (a não ser quando fico ansioso e começo a falar muito rápido).
No final de 2002, ia fazer um IC no ouvido esquerdo, mas havia um nervo muscular obstruindo o caminho para a cóclea e acharam melhor parar e tentar uma outra vez, no ouvido direito. Isso foi 8 meses depois, e dessa vez bem sucedido. O meu aparelho é da marca Sprint, e está ativado desde o dia 04 de setembro de 2003. Desde então o ganho auditivo tem sido excelente, superando minha expectativa. No começo chegava a narrar minhas descobertas auditivas num blog, mas acabei deixando ele de lado temporariamente, estou pensando em reativa-lo.
Hoje, 3 anos depois, já estou bem aconstumado com o mundo sonoro, tanto que fica estranho quando estou sem aparelho ou a bateria acaba repentinamente… as vezes, na faculdade, se a pilha acaba e eu esqueci a extra (acontece muito
) eu saio da sala de aula, atravesso o campus e vou numa papelaria só para comprar pilhas, porque até fica mais dificil a leitura labial sem o acompanhamento auditivo, meu cérebro já começa a fazer essas associações som-fala. Falando nisso, ultimamente nem tenho usado mais o recurso SMS do celular, se eu saio mais cedo da faculdade (ou fico até mais tarde), eu simplesmente ligo, e um recurso que eu tenho usado e que facilita bastante é coloca-lo no viva-voz e posicionar o celular normalmente, os sons chegam bem melhor, além de conseguir sentir a vibração no fone, e cada som tem uma vibração diferente, o “tum tum” é diferente do “alô” na vibração… fiz esse teste ontem, ia ligar e a bateria do aparelho acabara, resolvi experimentar sem ouvir mesmo e conseguia perceber se tinham atendido ou ainda estavam chamando pelas vibrações.
Quando dirijo, gosto de abrir o vidro e sentir o som do vento batendo e os sons do transito, é uma sensação muito boa, de estar integrado ao mundo ruidoso do transito… Quando o vidro esta fechado fica um silencio que chega a me incomodar, as vezes ligo o rádio apenas para ter algum som…
Falei tanto dessa integração ao mundo sonoro que quase esqueço de falar que o IC tem uma grande vantagem que é de, se estamos num lugar ruidoso demais, ou não estamos mesmo a fim de ficar ouvindo alguma coisa, basta desligar o aparelho… acho bacana isso, sempre faço quando vou num lugar muito barulhento, com muita musica misturada, que não dá para entender nada, desligo e fico sentindo as vibrações.
Falei mais acima que estou na faculdade, na época em que eu participava do FIC eu ainda não estava, então vou falar dela… Em 2003 e 2004 eu prestei vestibular para Direito pela Puc Campinas, cheguei a passar na lista de espera, mas ai eu percebi que Direito não era bem o curso que eu queria… então resolvi tirar 2005 para decidir o curso que eu queria, e nesse meio tempo comecei a fazer curso técnico de informatica, já concluido. Enquanto isso pensava no que cursar, pesquisava os cursos, cheguei a fazer um teste de orientação vocacional que deu como resultado alguns cursos da área de humanas (jornalismo, publicidade…)
No final de 2005, começo de 2006, estava num almoço com a família, e a noiva de um primo cursa publicidade, e ela estava falando do curso, eu prestando atenção, e em dado momento deu um “click” na mente: Era esse o curso!
Então no ano passado comecei a estudar com afinco, e por conta própria, em casa e pegando simulados na internet, alem de ler bastante… estudava umas 3 ou 4 horas por dia, ainda fazia o curso técnico, e no final do ano prestei vestibular para Publicidade pela Puc Campinas, com matutino na primeira opção e noturno na segunda.
No dia 17 de dezembro, as 17:00, saiu a lista de aprovados do vestibular… estava um pouco preocupado em ver se eu passara ou não, então coloquei isso no MSN:
“JÁ SAIU A LISTA DE APROVADOS, ESTOU ANSIOSO SE VEJO OU NÃO”
algo assim… alguns minutos depois, uma janela se abriu no msn:
“VOCÊ PASSOU RODRIGO!!!!!!!!!”
fiquei sem acreditar um pouco (e entendi uma prima que achara que eu estava brincando quando falei para ela que ela passara para a segunda fase da unicamp, nessa época mesmo), mas ai fui ver o resultado e lá estava meu nome, tinha conseguido finalmente entrar na universidade, no curso de primeira opção (Publicidade Matutino). Foi muito legal essa conquista, mas a ficha de que eu entrara na faculdade só caiu no segundo dia de trotes na pucc, em fevereiro… o pessoal estava fazendo trotes na praça de alimentação e ai eu percebi que estava na universidade.
Estou adorando esse curso, muito puxado, com trabalhos atrás de outros, mas está muito divertido, as matérias são legais (no primeiro semestre estou tendo Estética e Publicidade Teorica, Estética e Publicidade Prática, Criação, Teoria da comunicação, Introdução ao Marketing, Psicologia aplicada e Sociologia), os professores tambem são legais (alias, teve um que no primeiro dia comunicou á classe que eu usava IC, tinha que ler os lábios e por isso que o pessoal procurassem falar de frente comigo. achei legal isso, ainda mais porque eu nem falara para ele que eu tinha que ler os labios, mas é que eu já tinha entrado em contato com o Proacess, um serviço na pucc para pessoas portadoras de algumas deficiencias, seja fisica, auditiva ou mental). O pessoal da minha turma também é muito legal, muito divertido e cada dia tem uma loucura maior que a outra. As vezes tiro fotos na pucc com o pessoal, é muito legal.
Não tenho tido grandes dificuldades em acompanhar as aulas, a maioria dos professores se esforçam para que eu consiga entender, se eu não entendo pergunto a algum aluno (alias, um deles se candidatou como monitor para me ajudar se eu tivesse duvidas). claro que as vezes não entendo, e as vezes um professor ou outro cisma em fazer um ditado (como ontem na aula de marketing, o professor queria ditar as perguntas), mas com uma boa comunicação consigo resolver isso.
Que bíblia isso, quantas palavras será que já escrevi nessa mensagem? ![]()
Bom, vou ficando por aqui então, bom final de semana a todos
3 comments 29 29UTC Abril 29UTC 2007
Tirando as teias do blog… definitivamente!
Depois de muito tempo sem blogar sobre Implante Coclear, estou retornando, espero que dessa vez definitivamente… Eis uma breve apresentação da pessoa que escreve esse relato:
Bom, me chamo Rodrigo, moro em Campinas – São Paulo, fiz o IC há quase 4 anos na Unicamp, sendo que perdi a audição totalmente aos 9 anos (hoje tenho 23), as causas exatas dessa perda auditiva repentina não é conhecida ainda, mas a minha cóclea não está inteiramente formada (displasia de mondini)… Entre 1993 e 2000 eu fiquei usando aparelhos auditivos convencionais, que iam perdendo seus efeitos ao longo do tempo, e em 2000 eu resolvi parar de usar porque não estava tendo um grande aproveitamento e conseguia me virar na base de leitura labial, além de conseguir falar normalmente (a não ser quando fico ansioso e começo a falar muito rápido).
No final de 2002, ia fazer um IC no ouvido esquerdo, mas havia um nervo muscular obstruindo o caminho para a cóclea e acharam melhor parar e tentar uma outra vez, no ouvido direito. Isso foi 8 meses depois, e dessa vez bem sucedido. O meu aparelho é da marca Sprint, e está ativado desde o dia 04 de setembro de 2003. Desde então o ganho auditivo tem sido excelente, superando minha expectativa.
Hoje, 3 anos depois, já estou bem aconstumado com o mundo sonoro, tanto que fica estranho quando estou sem aparelho ou a bateria acaba repentinamente… as vezes, na faculdade, se a pilha acaba e eu esqueci a extra (acontece muito
) eu saio da sala de aula, atravesso o campus e vou numa papelaria só para comprar pilhas, porque até fica mais dificil a leitura labial sem o acompanhamento auditivo, meu cérebro já começa a fazer essas associações som-fala. Falando nisso, ultimamente nem tenho usado mais o recurso SMS do celular, se eu saio mais cedo da faculdade (ou fico até mais tarde), eu simplesmente ligo, e um recurso que eu tenho usado e que facilita bastante é coloca-lo no viva-voz e posicionar o celular normalmente, os sons chegam bem melhor, além de conseguir sentir a vibração no fone, e cada som tem uma vibração diferente, o “tum tum” é diferente do “alô” na vibração… fiz esse teste ontem, ia ligar e a bateria do aparelho acabara, resolvi experimentar sem ouvir mesmo e conseguia perceber se tinham atendido ou ainda estavam chamando pelas vibrações.
Quando dirijo, gosto de abrir o vidro e sentir o som do vento batendo e os sons do transito, é uma sensação muito boa, de estar integrado ao mundo ruidoso do transito… Quando o vidro esta fechado fica um silencio que chega a me incomodar, as vezes ligo o rádio apenas para ter algum som…
Falei tanto dessa integração ao mundo sonoro que quase esqueço de falar que o IC tem uma grande vantagem que é de, se estamos num lugar ruidoso demais, ou não estamos mesmo a fim de ficar ouvindo alguma coisa, basta desligar o aparelho… acho bacana isso, sempre faço quando vou num lugar muito barulhento, com muita musica misturada, que não dá para entender nada, desligo e fico sentindo as vibrações.
Falei mais acima que estou na faculdade, na época em que eu participava do FIC eu ainda não estava, então vou falar dela… Em 2003 e 2004 eu prestei vestibular para Direito pela Puc Campinas, cheguei a passar na lista de espera, mas ai eu percebi que Direito não era bem o curso que eu queria… então resolvi tirar 2005 para decidir o curso que eu queria, e nesse meio tempo comecei a fazer curso técnico de informatica, já concluido. Enquanto isso pensava no que cursar, pesquisava os cursos, cheguei a fazer um teste de orientação vocacional que deu como resultado alguns cursos da área de humanas (jornalismo, publicidade…)
No final de 2005, começo de 2006, estava num almoço com a família, e a noiva de um primo cursa publicidade, e ela estava falando do curso, eu prestando atenção, e em dado momento deu um “click” na mente: Era esse o curso!
Então no ano passado comecei a estudar com afinco, e por conta própria, em casa e pegando simulados na internet, alem de ler bastante… estudava umas 3 ou 4 horas por dia, ainda fazia o curso técnico, e no final do ano prestei vestibular para Publicidade pela Puc Campinas, com matutino na primeira opção e noturno na segunda.
No dia 17 de dezembro, as 17:00, saiu a lista de aprovados do vestibular… estava um pouco preocupado em ver se eu passara ou não, então coloquei isso no MSN:
“JÁ SAIU A LISTA DE APROVADOS, ESTOU ANSIOSO SE VEJO OU NÃO”
algo assim… alguns minutos depois, uma janela se abriu no msn:
“VOCÊ PASSOU RODRIGO!!!!!!!!!”
fiquei sem acreditar um pouco (e entendi uma prima que achara que eu estava brincando quando falei para ela que ela passara para a segunda fase da unicamp, nessa época mesmo), mas ai fui ver o resultado e lá estava meu nome, tinha conseguido finalmente entrar na universidade, no curso de primeira opção (Publicidade Matutino). Foi muito legal essa conquista, mas a ficha de que eu entrara na faculdade só caiu no segundo dia de trotes na pucc, em fevereiro… o pessoal estava fazendo trotes na praça de alimentação e ai eu percebi que estava na universidade.
Estou adorando esse curso, muito puxado, com trabalhos atrás de outros, mas está muito divertido, as matérias são legais (no primeiro semestre estou tendo Estética e Publicidade Teorica, Estética e Publicidade Prática, Criação, Teoria da comunicação, Introdução ao Marketing, Psicologia aplicada e Sociologia), os professores tambem são legais (alias, teve um que no primeiro dia comunicou á classe que eu usava IC, tinha que ler os lábios e por isso que o pessoal procurassem falar de frente comigo. achei legal isso, ainda mais porque eu nem falara para ele que eu tinha que ler os labios, mas é que eu já tinha entrado em contato com o Proacess, um serviço na pucc para pessoas portadoras de algumas deficiencias, seja fisica, auditiva ou mental). O pessoal da minha turma também é muito legal, muito divertido e cada dia tem uma loucura maior que a outra. As vezes tiro fotos na pucc com o pessoal, é muito legal.
Não tenho tido grandes dificuldades em acompanhar as aulas, a maioria dos professores se esforçam para que eu consiga entender, se eu não entendo pergunto a algum aluno (alias, um deles se candidatou como monitor para me ajudar se eu tivesse duvidas). claro que as vezes não entendo, e as vezes um professor ou outro cisma em fazer um ditado (como ontem na aula de marketing, o professor queria ditar as perguntas), mas com uma boa comunicação consigo resolver isso.
Que bíblia isso, quantas palavras será que já escrevi nessa mensagem? ![]()
Bom, vou ficando por aqui então, bom final de semana a todos
4 comments 29 29UTC Abril 29UTC 2007
Merchandising
Merchandising é o ato de destacar a mercadoria, muitas vezes de uma forma que não parece propaganda. É um recurso muito utilizado em novelas e seriados, onde determinado produto é usado em alguma ação e o logo aparece claramente. Por exemplo, uma típica família americana (ou típica família de seriados americanos), no café da manhã, as vezes na mesa aparece algum produto com nome bem exposto, isso já é merchandising.
Alguns exemplos de Merchandising:
- No seriado Heroes, exibido pela Universal Channel no Brasil (sexta-feira, as 21:00 – seria isso uma forma de merchan também?), em quase todos capítulos o personagem Hiro aparece dirigindo ou fazendo referência a um determinado carro, o Nissan Versa (que tem lançamento previsto no Brasil ainda esse ano, provavelmente chamando Tiida). Isso é uma forma de merchandising, a Nissan divulgando seu carro no seriado de uma forma que nem parece propaganda.
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- Um episódio da décima temporada do seriado Seventh Heaven parecia ter sido escrito em torno das bolachar Oreo. Em várias situações, personagens diferentes conversavam e em determinado momento um Oreo era estrategicamente colocado numa mesa, marca bem vísivel, e de repente os personagens, que conversavam de assuntos diferentes, começavam a conversar sobre essa bolacha, as diferentes formas de comer Oreo, que era uma bolacha muito boa… Isso aconteceu em incontáveis cenas desses episódios, com praticamente todos personagens do elenco. Esse foi outro exemplo de Merchan
Para não ficar restristo somente a exemplo de seriados americanos, vejamos o Big Brother Brasil. Não assisto Big Brother, mas esses dias liguei a tv justamente quando passava uma prova onde tinha que fazer alguns slalons (desviar de cones na pista) usando uma versão esportiva de um carro recém-lançado, o Palio 1.8R. Foi um claro merchan da Fiat para divulgar a “nova geração” de seu compacto. E o programa Aprendiz sempre traz merchans das empresas patrocinadoras, como Claro, Terra…
Merchandising não se restringe somente á TV…. Uma crônica pode ter referência a N. produtos, e tenho um jogo de Playstation 2, True Crime: New York City, que sempre aparece o logo da Motorola na tela e um celular.
O que vocês acham acerca de Merchandising? Será que tem um limite que, se ultrapassado fica exagerado demais e acaba não surgindo o efeito esperado? Como nesse caso do biscoito Oreo, que pode ter havido um excesso de exposição da marca em Seventh Heaven?
ERRATA: Segundo a publicitária Gabriela Cabral, há uma pequena confusão acerca do Termo Merchandising: “As pessoas, principalmente a Globo usa o merchandising da forma quevocê descreveu em seu blog, por isso acaba nos confundindo muito, porque na verdade está errado. Mas o merchandising, como eu havia dito, na verdade é a propaganda de ponto de venda. Ele tem o objetivo de”empurrar” o produto a você na ação de compra.”
A equipe Publicitando agradece á Gabriela pela correção do termo
(08/05/2007)
2 comments 21 21UTC Abril 21UTC 2007
Renault inicia campanha “Portas abertas”
A Neogama/BBH criou sua primeira ação para divulgar o Opa – Operação Portas Abertas, promoção da Renault que vigorará em todas as suas concessionárias a partir do próximo dia 11 de abril. A promoção premia o vencedor com um Clio F1 Team customizado e apresenta vantagens para os interessados em adquirir modelos da montadora até 15 de abril.
Serão distribuídas através de malas direta e visitas às concessionárias milhares de chaves do modelo Clio. O consumidor que conseguir ligar um dos modelos expostos, ganhas o veículo.
Foi desenvolvida ampla campanha de divulgação da promoção englobando filmes, anúncios, spots de rádio e material de ponto-de-venda, com comunicação above e below the line, usando a temática da sorte e da superstição. A ação tem início com a veiculação de um teaser no fim de semana anterior ao da promoção – de 6 a 9 de abril. Na produção, um casal aparece numa sala onde uma baiana joga búzios falando sobre o aparecimento de um “carrão”, o logo da marca e a locução em off : “Vem aí a Operação Portas Abertas Renault. Prepare-se”. A criação é assinada por Alysson Cunha, Bruno Souto e Claudiney Saraiva, com direção de criação de Alexandre Gama.
Add comment 6 06UTC Abril 06UTC 2007
Só não vende quem não quer
O título desse post é o slogan de uma nova campanha para os Classificados do Estadão, elaborado pela Talent, onde são mostradas situações em que os anunciantes não querem vender nada, mas mesmo assim anunciam no jornal, aproveitando o desconto de até 30% no valor do anúncio.
O plano de mídia engloba canais abertos e pagos, anúncios em periódicos semanais, jornais e rádios, e visa demostrar que os Classificados do Estadão é eficaz até para quem não quer vender nada.
Como exemplo, o primeiro filme mostra um rapaz que é acordado por um interessado em comprar uma casa de praia, e explicando que na verdade só anunciara para ser acordado de manhã, que não tinha interesse em vender essa casa.
O anúncio foi criado por Luiz Fleury e Ricardo Silveira, com direção de criação de João Livi e produzido pela Sentimental Filmes
Add comment 5 05UTC Abril 05UTC 2007
Primavera em Paris
Havia um cego sentado em uma calçada em Paris, com um boné aos seus pés e um pedaço de madeira onde estava escrito, com giz branco:
“Por favor, ajude-me, sou cego.”
Um publicitário, da área de criação, que passava em frente a ele, parou e viu umas poucas moedas no boné. Sem pedir licença, virou o cartaz, pegou o giz e escreveu outro anúncio, voltando a colocar o cartaz sos pés do cego e foi embora.
Pela tarde o publicitário voltou a passar em frente ao cego que pedia esmola, e que agora estava com o boné cheio de dinheiro. O cego, reconhecendo os passos do publicitário, perguntou se havia sido ele quem reescrevera o cartaz, querendo saber o que havia ali.
O publicitário respondeu:
“Nada que não esteja de acordo com o seu anúncio, mas com outras palavras.”
Sorriu e continou o caminho. O cego nunca soube, mas o cartaz dizia:
“Hoje é primavera em Paris, e eu não posso vê-la.”
Moral: Mudar a estratégia quando nada acontece pode trazer novas perspectivas.
Autoria desconhecida, se souberem o autor avisem.
Add comment 4 04UTC Abril 04UTC 2007
Coca-cola apresenta sua versão Laranja
A Coca-Cola vai lançar um novo produto no Reino Unido em julho deste ano. Chegará ao mercado a ‘Coke Orange’, uma versão limitada do refrigerante, flavorizada com laranja.
A novidade terá campanha baseada em ações de sampling, ações no ponto-de-venda e mídia exterior, com investimentos que ultrapassaram a marca de 3,5 milhões de euros. O produto terá latas de 330ml e 500ml e garrafas de dois litros. As informações são do especializado Brand Republic.
FONTE: MEIO & MENSAGEM
Add comment 3 03UTC Abril 03UTC 2007