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Como se comunicar com quem não ouve–Parte 5

Como já visto anteriormente, a comunicação com uma pessoa que não ouve depende muito de elementos visuais, como a leitura labial, o foco, entre outros. E existe um pequeno detalhe que é comumente ignorado que dificulta a tarefa: A iluminação do ambiente.

E isso não se refere somente à acender a luz se o ambiente estiver escuro, mas também no posicionamento de ambos, interlocutor e receptor da mensagem. Uma janela aberta, por exemplo. Em dias muitos ensolarados, se a pessoa estiver posicionada na frente dessa janela, ocorre o efeito eclipse, dificultando a visualização do rosto da pessoa que está falando, e consequentemente a leitura labial.

Portanto, é importante que o posicionamento de ambas as pessoas leve esse dado em conta, aquele que fala deve evitar ficar posicionado contra uma fonte de luz.

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Como se comunicar com quem não ouve–Parte 6

Mesmo que muitos surdos não saibam linguagens de sinais e consigam se comunicar verbalmente, isso não significa que sua fala é perfeita. Pelo contrário, é comum que tenham dificuldades na fala, as vezes sem ter uma idéia clara sobre isso.

Assim, enquanto a maioria das dicas vê o ouvinte como o interlocutor, aqui ele é o receptor da manesagem. E caso você não consiga entender o que a pessoa está falando, não tenha medo de pedir para ele repetir.

Recentemente notei que uma pessoa tinha medo de pedir para eu repetir o que falava quando não entendia. Notava isso, que não estava entendendo nada mas que ficava preocupada em falar isso. Ao ser confrontada, ela admitiu isso, que tinha medo de que eu fosse ficar chateado com ela.

Pelo contrário, não hesite em pedir para repetir o que foi falado. Se continuar não compreendendo, peça para escrever. O importante é que a comunicação seja eficiente, e não há problema algum nessa repetição. Se depois de algumas tentativas ainda for difícil, uma caneta e um papel serão bem vindos.

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Como se comunicar com quem não ouve–Parte 4

Qual é a forma mais adequada de se chamar a atenção de uma pessoa que não ouve com quem se quer conversar? Essa parte na verdade não tem muito mistério, mas como não pode faltar em uma série que trata da Comunicação com quem não ouve, a melhor forma de abordar essa pessoa, se ela estiver distraída, é através do toque. Geralmente no ombro e de forma que seja visto pela pessoa se ela estiver distraída ou olhando para outra direção.

Esse toque é desnecessário se a pessoa estiver olhando na sua direção, nesse casi basta abordar normalmente e dar inicío à comunicação.

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Como se comunicar com quem não ouve–Parte 3

E hoje voltamos com mais uma parte da série Como se comunicar com quem não ouve. E hoje abordaremos algo que particularmente me incomoda um pouco na comunicação em geral: o fato da pessoa, as vezes, desistir de se fazer compreendido quando nota que seu interlocutor não está entendendo. Não é por mal isso, apenas essas pessoas acham que ficar repetindo é cansativo ou desconfortável para ambos os lados. Assim, é normal ler a seguinte dica: “Se a pessoa não estiver entendendo, escreva”. A minha dica é oposta: Repita.

Prefiro que a pessoa repita o que falou, seja duas, três ou mais vezes, a não ser em caso de urgência, e sempre procurando não falar mais rápido ou alto, como já dito anteriormente nessa série.

Geralmente não é preciso repetir muitas vezes, na segunda ou terceira vez já dá para compreender a mensagem transmitida. Mas, caso seja algo urgente, que nâo dê para ficar repetindo, um papel e uma caneta são bem vindos.

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Isenção de IPI e ICMS–Chevrolet

Há alguns meses preparei uma das listas mais acessadas no presente blog, aquela que relacionava os valores com isenção de IPI e ICMS de vários automóveis. Clique AQUI para acessar o último do post daquela série, que por sua vez conta com link para todos os outros artigos.

Mas, nos últimos dias, aproveitando o fato de o blog Pensamentos Soltos estar voltando à ativa, procurei começar a me informar mais sobre o tema, de forma que eu compreendesse melhor o assunto e pudesse transmitir com mais clareza, a fim de evitar chutes ou dados imprecisos, como estabelecer que o desconto de IPI e ICMS varia entre 20% a 30% para todas as marcas, mas sem aprofundar.

Sexta-feira, dia 20 de Janeiro, tive acesso à uma interessante tabela de descontos para PNE praticados por uma concessionária Chevrolet localizada no interior de São Paulo. De acordo com o funcionário, essa tabela seria comum à todas unidades dessa montadora. Isso fez com que um dado concreto para os valores dessa montadora, e pretendo conseguir informações do tipo também com as outras fabricantes.

Mas, antes de continuar, cabe realçar que a melhor forma de ter certeza dos valores é entrando em contato direto com o consultor de vendas especiais do veículo que você deseja. Aqui no blog, temos 2 disponíveis para prestar maiores esclarecimentos, o Flávio Batista (Volkswagen) e a Fabiana Caspaciuti (Hyundai):

Mas agora, sem mais enrolações, de acordo com os dados obtidos no dia 21 de janeiro, o departamento de vendas especiais da Chevrolet dá descontos de 23,5% (IPI + ICMS) para toda a sua linha custando até R% 70.000,00

Assim, o carro mais caro que se encaixa na isenção de IPI e ICMS, o Chevrolet Cruze LT com câmbio Automático, sairia dos seus tabelados R$ 69.990,00 para R$ 53.880,00 aproximadamente. Mas, como bem destacou o vendedor, existe um porém no caso do Cruze: o fato da Chevrolet cobrar a pintura metálica. Assim, um Cruze naquelas características, com cor metálica ou perolizada sai por R$ 70.880,00 e  já sai fora dos critérios exigidos. Particularmente, trata-se de algo negativo, poís além dessa ser a versão mais em conta com tal transmissão no Cruze, ela força o comprador interessado à pegar o carro na cor branca, única não metálica ou perolizada.

Mesmo com essa limitação, acredito que, dependendo da concessionária e do vendedor, existe a possibilidade de se adquirir o veículo com a cor desejada, sem que isso elimine a possibilidade de se adquirir tal veículo. E, para Fevereiro, está previsto o lançamento do Cruze Hatch, que segundo a mídia especializada, custará cerca de R$ 3.000,00 mais barato por versão, ou seja, tornaria-o uma opção bem vantajosa, mais do que o sedan.

Já os demais veículos da Chevrolet que se enquadram na isenção de IPI e ICMS (Classic, Celta, Prisma, Agile, Cobalt, Meriva e Zafira), não existe essa limitação de não poder escolher a cor. Como cada um desses veículos tem infinitas configurações que interferem no preço final, seria trabalhoso montar uma tabela com os valores exatos, mas basta ter em mente esses 23,5% e conferir na concessionária se essa margem é respeitada ou não.

Em breve espero trazer informações mais detalhadas sobre o tema, tanto nos veículos da Chevrolet quanto de outras marcas.

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Como se comunicar com quem não ouve–Parte 2

Hoje continuaremos a mais nova série do blog, a que fala sobre Como se comunicar com quem não ouve. Já vimos uma rápida dica sobre a Velocidade e o Tom da fala. Mas, tão importante quanto a velocidade e o tom adotado é o uso de Dicas visuais que auxiliam na compreensão. no caso de Surdos Sinalizados essas são dicas exteemamente importantes, poís da forma que eles entendem o mundo, pelos gestos Isso não significa que seja obrigatório fazer curso de LIBRAS (Linguagens de Sinais Brasileira), principalmente porque nme todo mundo que não ouve domina essa modalidade de comunicação.

O importante, então, é procurar manter o contato ocular com a pessoa, sempre olhando diretamente para ela e fazendo uso de suas expressões faciais e corporais para ajudar na eficiência da comunicação. Na verdade, essa é uma dica válida para qualquer pessoa, não somente para se comunicar com aqueles que possuem perda auditiva, mas em tudo que é comunicação esses são recursos essenciais.

Voltaremos amanhã com mais uma parte dessa série, até lá.

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Carros mexicanos e a isenção de IPI e ICMS

Após o início dos acordos de aberturas reciprocas de mercado entre o Brasil e o México, em 2003, o mercado automotivo nacional passou a receber vários produtos provenientes daquele país e que, assim como os carros fabricados na Argentina, não eram tarifados como sendo um bem importado. Fato que livrou carros conio Nissan Sentra e Volkswagen Jetta do grande aumento do IPI promovido pelo governo para veículos importados no final de 2011.Mas, mesmo sendo considerados nacionais em termos fiscais, taís veículos não se enquadram nos critérios exigidos para ser adquiridos com isenção de IPI e ICMS, ao contrário, por exemplo, de um Ford Focus, produzido na Argentina.

Isso ocorre devido ao fato de que embora pareçam iguais à primeira vista, o acordo que criou o Mercosul e o acordo de livre comércio com o México possuem termos e propostas diferentes. Nos carros fabricados na Argentina, são cobradas as mesmas taxas de impostos daqueles fabricados no Brasil. Já para os veículos mexicanos chegarem mais baratos, as montadoras já deixam de pagar alguns impostos.

Melhor resumindo, isso significa que comprando um New Fiesta, por exemplo, é como se ele estivesse sendo adquirido com isenções, mesmo que o valor final continue sendo alto. Já um Toyota Hilux, argentino, ainda é tarifado, se bem que essa já ultrapassa a casa dos R$ 70.000,00, mas se custasse menos, ainda poderia ser beneficiado por ambas as isenções.

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Isenção de IPI e ICMS–Perguntas Frequentes 01

Embora possa parecer nas últimas semanas, a reforma pelo que o presente blog tem passado náo o fez abandonar antigos temas que estarão sempre em evidência. Um dele é acessibilidade, mais relacionada à aquisição de carros por partes de Portadores de Necessidades Especiais (PNE), algo que têm gerado inúmeros questionamentos.

Agora, nessa nova fase, as perguntas irão ser respondidas mais rapidamente, e sempre com a ajuda do colaborador Flávio Ricardo Batista, consultor de Vendas Especiais do grupo ITAVOX.

Assim, a partir de hoje, irei publicar as perguntas mais comuns que têm aparecido, bem como as respectivas respostas. A frequência vai ser semanal (1 a 2 posts por semana) e serão selecionadas 3 questões por post, e caso vocês tenham dúvidas ou queiram relatar como foi a sua jornada na busca de um carro adquirido com essa isenção, fiquem livres para utilizar os comentários de qualquer artigo ou entrar em contato direto pelos e-mails que se encontrarão no final dessa matéria.

Para começar a série, recebi um relato de uma pessoa cujo nome será omitido à pedidos. Possuindo um carro da Chevrolet, adquirido normalmente, o proprietário teve uma infecção na medula óssea, perdendo os movimentos das pernas e não podendo dirigir mais. Assim, agora quem seria a responsável pelo transporte seria a sua esposa, que achando esse Chevrolet inadequado para a nova situação, saiu em busca de um novo carro.

Mas, como o processo para se obter as isenções de IPI e ICMS pela primeira vez tende a ser um tanto burocrático (falarei dos passos a passos em um artigo futuro) e havia pressa, foi adquirido um carro da Ford de forma convencional, na faixa de R$ 30.000,00 no qual o Chevrolet entrou como pagamento.

O carro foi escolhido obedecendo os seguintes critérios: Facilidade em colocar a cadeira de rodas no porta-mala, adaptabilidade do motorista ao carro (outro item que será abordado em breve) e importantes ítens como Ar Condicionado e Direção Hidráulica. O câmbio automático não era uma necessidade naquele momento. Enfim, um bom negócio, mas que gerou algumas dúvidas que acreditei valerem à pena serem abordadas aqui:

1- Se o proprietário quisesse usar os benefícios e adquirir um Honda Fit DX, por exemplo, seria possível ele dar o seu usado como pagamento?

R: Sim, ele pode dar entrada nas papeladas para solicitar as insenções e quando elas saírem, pode dar o usado como parte de pagamento.

2- Nesse caso, como uma concessionária age em relação à esse usado, o avalia normalmente ou derruba o preço para que ele não fique mais elevado que o novo veículo?

R: O veículo deve ser avaliado como um veículo qualquer, independente de que carro ou modalidade de compra ele fará na loja. Provavelmente deve se pagar o valor um pouco abaixo da tabela, em média 20%, dependendo também do estado de conservação do veículo.

3- E no caso de um carro adquirido com insenção e que está sendo dado na troca por outro, também com insenção, é o mesmo procedimento?

R: Sim, mesmo procedimento, porém caso haja qualquer alteração (adaptação) no carro que está sendo dado como parte de pagamento, esta, normalmente, interferirá no valor à ser pago pelo veículo

3- E se o prazo de 3 anos não terminou, a concessionária nem deve se dar ao trabalho de avaliar o carro?

R: Rodrigo a concessionaria pode avaliar sim, sem o menor problema, o que ocorre normalmente é que a responsabilidade de transferir é do PNE e não da concessionaria, isso significa que não sera possivel sua transferencia antes dos 36 meses completos, e o concessionario não recebe ou não paga o veículo ser ele não estiver em nome da loja.

Novamente meus agradecimentos ao colaborador Flávio Batista, que está se colocando à disposição para responder eventuais dúvidas tanto nos comentários quando através desse e-mail

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Como se comunicar com quem não ouve–Parte 1

Dando uma leve pausa no tema Marketing, que não é o foco principal desse blog, a partir de hoje irei complementar um pouco mais uma lista que eu escrevi há algum tempo aqui no blog, a lista sobre Como se Comunicar com quem não ouve, debatendo alguns mitos comuns.

Antes de começar, convém lembrar que grandes partes dessas dicas servem tanto para se comunicar com surdos sinalizados quanto com oralizados, poís consistem em pequenas atitudes que visam facilitar a leitura labial.

Um desse mito, e que dará inicío à série, está no fato de algumas pessoas pensarem que apenas aumentar o tom ou falar o mais devagar possível já ajuda na compreensão do que é falado por parte de que não ouve. Esse é um mito infundado

Primeiro, vamos na parte de aumentar o tom de voz. Se a pessoa já não ouve, com certeza não fará diferença falar baixo ou alto, o importante é facilitar a leitura labial, e para isso manter o tom normal, bem como a velocidade da fala ajudará a transmitir a mensagem desejada de forma mais eficaz;

E o ato de falar muito devagar praticamente silabando exageradamente torna a comunicação irritante, cansativa e de difícil compreensão. Portanto, o ideal é articular as palavras normalmente, sem exageros. Mas, falar muito rápido também não é bom, então o ideal mesmo é uma dica que já recebi para treinar a fala: Duas a três palavras em velocidade normal, seguida de uma pausa curta, e assim por diante.  Isso permite que a conversa flua normalmente, sem desconforto tanto para quem está fazendo a leitura labial quanto para seu interlocutor.

Amanhã, dia 17, voltaremos com mais uma dica sobre como se comunicar com quem não ouve, até lá.

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Influências pessoais na decisão de compra

Nos últimos dias estamos vendos, aqui no blog, uma série de artigos falando um pouco sobre os fatores que influênciam na decisão de compra de um bem de consumo. Já vimos os determinantes CULTURAIS e SOCIAIS, mas os compradores são também influenciados por suas características pessoais.

Essas características são traços inatos da personalidade como seus valores pessoais, ou mutáveis pelo estágio de vida em que se encontra atualmente. Sua idade, sua profissão, sua situação matrimonial e as circunstâncias econômicas. São características que vão moldando e modificando a auto imagem, estilo de vida, gostos e hábitos, dando um impacto direto sobre o consumidor, tornando então necessário que o profissional de Marketing procure conhecê-lo de forma contínua e aprofundada. levando em conta também as transições ou mudanças na vida, como casamento, filhos, doenças, viagens, divórcios, entre outros elementos que geram novas necessidades de consumos.

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